Desenterrados da cinza, ecoam os passos, rangem as rodas dos carros que transportam mercadorias, dos que transportam pessoas, os sons gritados, falados, cantados, murmurados dos que se encostam nas portas das lojas, dos que passeiam ou trabalham. Toda a vila rumoreja e nos pede que recordemos o esplendor da sua vida perfumada, ensolarada, e colorida pelo azul do Mediterrâneo. O mel das abelhas, os cachos de uvas, as oliveiras carregadas de frutos, o chilrear dos pássaros nos pomares fecundos de um paraíso desaparecido.


