Imaginem só que não vi o Governo Sombra (porque não estava em Lisboa e ainda que estivesse não teria visto) onde o papa Ricardo A. P. se pronunciou sobre os tais livros, fazendo chacota daqueles que se insurgiram contra eles e afirmando que a Ana Valente a a Rita Duque tinham sofrido um processo de linchamento na internet.
Na...... na...... Ricardinho, NÃO SOFRERAM.
Estas senhoras trabalham para uma editora que lhes encomenda uma
tarefa, e a editora diz sempre a sua opinião. "É isto que queremos. Não,
não é isto que queremos". Os fazedores de um livro de ensino, ilustradores e escritores, só publicam o que a editora aprova e não aquilo que querem.
MAIS, muitas vezes têm de alterar aquilo que desenharam ou escreveram para agradar à editora na pessoa dos seus diferentes coordenadores editoriais.
Estas senhoras só poderão ser linchadas porque o RAP afirmou tal coisa para os seus ouvintes — ignorantes e não ignorantes.
Quem estava em causa era a editora e não a Ana e a Rita que produziram o trabalho que lhes foi pedido.
Em nome do que sofrem as ilustradoras e os escritores para agradar tantas vezes a pessoas míopes eu venho aqui realçar que elas não têm qualquer responsabilidade no assunto, mesmo que o RAP quisesse fazer o favor de limpar a Porto Editora.
Os livros eram do ano passado? Excelente. Estamos a ficar mais críticos e não comemos toda a M que nos impingem.
MAIS, muitas vezes têm de alterar aquilo que desenharam ou escreveram para agradar à editora na pessoa dos seus diferentes coordenadores editoriais.
Estas senhoras só poderão ser linchadas porque o RAP afirmou tal coisa para os seus ouvintes — ignorantes e não ignorantes.
Quem estava em causa era a editora e não a Ana e a Rita que produziram o trabalho que lhes foi pedido.
Em nome do que sofrem as ilustradoras e os escritores para agradar tantas vezes a pessoas míopes eu venho aqui realçar que elas não têm qualquer responsabilidade no assunto, mesmo que o RAP quisesse fazer o favor de limpar a Porto Editora.
Os livros eram do ano passado? Excelente. Estamos a ficar mais críticos e não comemos toda a M que nos impingem.