Depois de ler muitos comentários e artigos sobre os defeitos dos países do Médio e do Extremo Oriente sinto-me a modos que prò enojada.
Gritam os eruditos, os sábios e muita outra gente menos erudita e menos sábia sobre o medo e o espartilho dos povos coreano, chinês (dos japoneses que, infelizmente tiveram de estar mais ao lado dos americanos, pouco se diz) como se todos os povos tivessem a mesma ancestralidade e todos tivesse de ser medidos pela nossa bitola.
Do Médio Oriente é a história das famílias dinásticas e das ditaduras.
Mas mesmo aqui há dois pesos e duas medidas. Lá vão os excelsos
comentadores atrás da influència americana. E toca a medir os costumes e
tradições desses povos pela medida ocidental, sobretudo daqueles que a
opinião americana condena.
Ó não são iguais a nós! Nós, os ocidentais, os que não têm medo, os livres, os que não têm famílias dinásticas, enfim, como rodos sabemos o exemplo dos valores mais puros da Terra.
Depois queixam-se que a globalização pôs os países todos iguais. Depois queixam-se que está tudo americanizado. Depois queixam-se da colonização e eu queixo-me também da opinião vista à luz dos valores ocidentais onde tudo ´o que é diferente é censurável, exceto, está claro, a culinária. Para encher as panças dos ocidentais que têm de ser bem tratados, à medida da sua grandeza civilizacional.
Ó não são iguais a nós! Nós, os ocidentais, os que não têm medo, os livres, os que não têm famílias dinásticas, enfim, como rodos sabemos o exemplo dos valores mais puros da Terra.
Depois queixam-se que a globalização pôs os países todos iguais. Depois queixam-se que está tudo americanizado. Depois queixam-se da colonização e eu queixo-me também da opinião vista à luz dos valores ocidentais onde tudo ´o que é diferente é censurável, exceto, está claro, a culinária. Para encher as panças dos ocidentais que têm de ser bem tratados, à medida da sua grandeza civilizacional.
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