Ligo a TV e estampa-se na minha frente o ALMIRANTE, pessoa que desconhecia, mas que me era referida com certeza certa de ser o próximo PR da República Portuguesa.
Invoco-vos, Tágides “minhas”! Para que não fiqueis ofendidas, invoco-vos, Tágides dos poetas lusitanos, nos quais não me incluo. Invoco-vos para conseguir transmitir o estupor que me invadiu ao ouvi-lo.
Cala-se o Almirante aparece o SEGURO! Segurai-me… Aqueles olhos reboludos, com a pálpebra semicerradas e uma expressão dolorosa de criança ferida. Todo ele ternura, todo ele paz, todo ele súplica. Lembram-se da imagem que aqui reproduzo? Era o Seguro em criança, já uma figura trémula, benéfica, amante, todo ele preocupado com os males da sociedade. Ó horror!
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