Ele é a síntese da banalidade, o génio do lugar-comum, o inventor da roda, o homem que nos conta as novidades do ano passado como se fossem um "furo" jornalístico que ele conseguiu, o homem que nos quer maravilhar com a sua ciência de almanaque.
Ele tem um grande número de seguidores que se sentem ofuscados com tanta "sabedoria", que o veneram e beijam o chão que pisa, o que nos deixa sem fé alguma na Humanidade.
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